Era ele tão simples que nasceu sem a proteção das paredes domésticas.
Não encontrou senão alguns homens iletrados
e rudes que lhe apoiaram o trabalho na construção da obra imensa.
Ensinava as revelações do Céu nas praias
e nos campos, quando não estivesse em
casas e barcos emprestados.
Conversou com mulheres anônimas
e algumas crianças esquecidas.
Todos os infelizes se lhe fizeram
a grande família...
Valorizava a amizade, com tanto devotamento, que chorou por um amigo morto.
Alimentou os que tinham fome.
Restaurou os doentes e defendeu todos aqueles que se vissem humilhados pela injustiça.
Aconselhou o respeito para com as
autoridades do mundo e a obediência
perante as leis de Deus.
Pregou sempre o amor e a concórdia a solidariedade e o perdão, a paciência e a alegria.
Mas porque se abstivesse de partilhar o carro das vantagens terrestres, foi conduzido
à cruz e a morte dele passou como sendo
a de um malfeitor.
Entretanto, desde o extremo sacrifício, transformou-se no símbolo da paz
e renovação para o mundo inteiro.
Esse herói da simplicidade tem o nome de Jesus Cristo, seu poder cresce com os séculos
e a sua mensagem, ainda hoje quanto sempre,
é a esperança dos povos e a luz das nações.

One Response so far.

  1. Théo says:

    Belíssima reflexão. Singela e ao mesmo tempo brilhante. Louvado seja Deus! Paz e Bem!

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